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Ajudar sem saber a quem

Gabrieli de Cinque12:32


Olá, pessoal! Hoje venho falar um pouquinho sobre ajudar alguém, mas sem saber quem. E é exatamente o que acontece quando doamos sangue voluntariamente. Quem me acompanha no insta (@gabidecinque) ou faz parte do grupo do SL no face já deve saber que decidi me juntar ao grupo de doadores e fazer minha parte como cidadã.

Cheguei a essa decisão por gostar de ajudar e porque minha mãe (que é enfermeira) gostaria de doar mas não pode porque já teve hepatite. Apesar do meu enorme medo/trauma/pavor/pânico com agulhas eu enfrentei aquela monstruosa (risos)!

O processo foi super de boa. Você só passa seus dados básicos, depois passa por pesagem, aferimento de pressão, temperatura e uma picadinha no dedo (pânico!). Aí depois tem a famosa "entrevista" onde passamos por perguntas pessoais e, especialmente, clínicas. Lembrando que não dá para mentir porque isso pode prejudicar em algo. E para quem é menor de idade, como eu, os pais só ficam juntam até o início do terceiro processo, ou seja, a entrevista é só você e um profissional.

Na hora da doação mesmo você vai para uma sala onde mais pessoas estarão doando e passando pelas mesmas coisas que você. A agulha é triste (susto eterno!) e dá medo. Claro que eu derramei umas lágrimas na hora em que ela entrou, mas superei para valer! É legal você estar bem preparado/a emocionalmente para que não ocorra coisas que poderão te impedir de doar, como a queda de pressão. Por exemplo, sua pressão caiu antes ou durante o processo de doação você para tudo e fica lá se recuperando e depois é liberado para ir embora, mas seu sangue (se conseguiu tirar a quantidade suficiente) no máximo vai para os exames e não será doado.

Para minha sorte eu não tive nada durante o processo, mas depois minha pressão (que já é baixa) resolveu cair. Aí vi estrelinhas, fiquei com enjoo e um pouco de dor de cabeça. Então fiquei de castigo por um tempo para me recuperar. Mas é uma sensação muito boa poder ajudar, sério. E depois disso eles pedem um repouso legal (não pude exercer meus afazeres domésticos, haha) e ainda sinto um sono sem fim e minha boca vive seca. É necessário se alimentar bem e ingerir bastante líquido para repor cerca do meio litro que é "perdido" no processo.

Lembrando que atualmente a partir dos 16 já pode ser doador, mas com a autorização e presença do responsável. E, claro, tem que atender aos pré-requisitos dos mínimos 50 kg, não tem tido algumas doenças que podem deixar "sequelas" sanguíneas etc.

Resolvi compartilhar um pouquinho disso com vocês porque ajudar sempre faz bem. Não vai apagar erros do passado e tal, mas vai mudar nem que seja um pouquinho do seu coração e do pensamento. Espero que eu tenha tocado pelo menos um de vocês e que se animem a aderirem essa ideia. Um beijo ♥

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5 comentários

  1. Oi Gabi! Eu morro de vontade de doar sangue, mas assim como a sua mãe, também tive hepatite, e não posso. Acho essa atitude linda, e adorei você contando aqui no blog como foi. ^^ Boa semana. Beijos, beijos. heyliih.blogspot.com

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  2. Fico feliz que tenha gostado, Sthér e espero que você tenha essa atitude quando puder ♥ Um beijo!

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  3. Que pena, Lígia :( mas a intenção e o desejo já vale muito! Fico feliz que tenha gostado dessa minha experiência ♥ beijoo

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  4. Amanda Magalhães9 de maio de 2013 15:33

    Ainda não tenho idade pra doar, mas parabéns pela atitude, Gabi!

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  5. Morro de vontade de doar sangue, mas ainda não tenho idade :/ Acho essa atitude muito linda e gostei muito de ter falado isso aqui no blog *-* Beeijos ;*

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